Dizem que chamar um Conto a cinco Euros está correcto, pois o Conto é uma unidade de contagem e não uma moeda. Dizem que o Conto, como unidade de contagem, existe desde o inicio do Século XIV, e foi sucessivamente sendo adaptado ao equivalente das diversas Moedas.
Recordemos os Contos com que tanto lidámos nos últimos trinta e tal anos antes da era Euro.
A mudança para o Euro trouxe-nos bastantes alterações ao nosso dia a dia.
Agora que já passou algum tempo desde a sua introdução física, e que já estamos bastante familiarizados com a nova moeda, talvez seja altura de fazer um breve balanço.
Não entrando em considerações político-económicas mas olhando unicamente para as questões práticas e particulares do manuseio desta moeda, podemos interrogar:
Valeu a pena?
Trouxe-nos vantagens?
Mentalmente, o raciocínio em Euros é difícil?
Já estamos perfeitamente à vontade com a nova moeda?
Já temos uma noção do valor real do Euro nas nossas despesas diárias?
Ou será que muita gente despreza os cêntimos e ainda só “acorda” para o seu valor depois de os converter em escudos?
Conheço algumas pessoas idosas que ainda têm muita dificuldade em manusear os euros e maior ainda os cêntimos, por continuarem a desconhecer o seu real valor comparativamente à nossa moeda Uma certeza podemos ter. Com o argumento dos arredondamentos o custo dos bens disparou consideravelmente e afinal continua a haver preços que incluem fracções de cêntimo. Óbvio que a grande vantagem da adopção desta moeda foi para os importadores dos bens que passaram a não ter que gastar dinheiro nos câmbios e sobretudo para as pessoas que viajam muito para o estrangeiro, essencialmente para diversos países europeus.
Afixado por: congeminações em junho 8, 2004 06:52 PMPenso que também, a mesma moeda, pode funcionar como elemento de coesão...irrita-me a sobranceria da libra Inglesa...parecem uns empata fod...nem f. nem saem de cima...( Brilhante análise sobre o tema em questão,,,)
Morfeu
Mas o Euro, moeda, tem valor nas nossas despesas diárias?
Quanto aos cêntimos, estou em crer, que apenas são contados, quando já não há euros que cheguem.